
“No que diz respeito a contratos de compras militares, as vontades e acções do Ministério da Defesa parecem ser guiadas pela pressão dos seus pares e pelo desejo de ter brinquedos caros. O ministério compra armamento por uma questão de orgulho, não importa se é útil ou não. Os exemplos mais óbvios são os seus dois submarinos (actualmente atrasados) e 39 caças de combate (apenas 12 em condições de voar)”, lê-se num pequeno parágrafo a meio do telegrama de seis páginas citado pelo Expresso.
FONTE: http://www.publico.pt/
Parece que agora, os telegramas do Wikileaks vieram contar algo que os portugueses já conheciam há muito tempo. Para além do facto de ser a opinião do E.U.A. (que por sinal são um dos países mas poderosos do mundo), isto serve para mostrar que este tema dos submarinos e de todas as outras "vergonhas" e fetiches dos que há muito governam o nosso "pequeno" país, são reprovados por muitos estados democratas e não só, queremos viver com luxúria e ostentação quando para aqui se deslocam pessoas de alto gabarito, para mostrar que podemos e no resto do ano andamos a pagar todas as dívidas que contrairmos para poder tornar este pequeno sonho verdade.
É com grande certeza que devemos reprovar todas estas compras, até me fazem lembrar uma reportagem sobre o Michael Jackson, em que ele chegava a uma loja e comprava tudo do que mais gostava naquela loja, sem fazer contas aos gastos, o que é uma tremenda falta de respeito pelas famílias que vivem sempre sobresaltadas para poder pagar as contas e ter uma boa vida e por aquelas que até mesmo com rendimento, passam fome. Lembro que a conta dele no final ultrapassava o milhão de euros, em apenas um hora na loja. Depois chegou ao que se viu, cheio de dívidas e com os bens penhorados que depois foram salvos pelas vendas após a sua morte. Este é um exemplo que poderá ser transportado para a realidade. Imaginemos, o Sr. Teixeira dos Santos e o Sr. José Sócrates às compras num supermercado, mas em vez de vender bens acessíveis a todas as carteiras, vendem bens supérfulos. Sócrates enche o carrinho e Teixeira dos Santos passa o cartão de crédito balcão, trazendo a factura (sem olhar para ela, só apenas por um valor global), que apresenta de seguida aos portugueses. Os portugueses, por sua vez, contestam o valor da factura, tal como um cônjuge faz com o outro, mas no fim, o único remédio é pagar a conta, visto que foi passada em nome de todos os portugues (ou seja, Estado Português)
Meus caros, nós somos os país que em tempo de crise, corta nos salários à Função Pública, as que durante os cortes, contratam cadas vez mais pessoas para cargos em instituições públicas, que chegam muitas vezes a auferir mais do que dois ou três salários mínimos por mês. Somos o país que em tempo de crise, decide gastar dinheiro em festas de comemoração de assuntos irrelevantes para a situação actual do país. O país onde se renovam frotas e frotas de veículos de alta cilindrada. Somos o grande exemplo da má gestão dos recursos públicos. A nossa ideia, é vender tudo aos privados (os nossos amigos, que por acaso até nos financia caprichos), para que tudo o que ao longo da história o país foi construindo, mesmo que seja pouco, acabe agora por ser destruído por "meia dúzia de tostões". Somos o país em que toda a gente vive iludida no bom estado da economia. Ou existem cortes a sério ou não, não vale a pena andar aqui a enganar ninguém. Como diz o ditado popular: "Só não vê, quem não quer ver".
Definitivamente estamos numa má sittuação que só estárá resolvida quando todos nós portugueses tivermos a noção de que temos de trabalhar todos unidos em prol do país e não viver às custas de quem trabalha, como na história da cigarra e da formiga. Não podemos esperar que venha aí um salvador, mas sim começar já empenhados a encontrar soluções para melhor resolver a situação que enfrentamos. Não é com o FMI, fundos internacionais a virem sem mais nem menos e com a venda de dívida soberana que vamos lá, pois isto só está a priviligiar os grandes bancos estrangeiros, pois parece que estes dominam as agência de rating, definitivamente, não é com eles que conseguimos, mas sim internamente.
Em suma, a união de todos os cidadãos é importante, sem darmos importância a provocações estrangeiras, mas sim olhando internamente para os gastos despropositados que temos vindo a fazer e encontrar a melhor solução para a nossa realidade, que é o mais importante. Parar com a dependência de quem tem e não quer um trabalho que é oferecido, pois esses são os que querem viver como antigamente viviamos, no tempo em que ainda entravam valores sem contrapartida (barras de ouro). Necessitamos urgentemente de parar de viver deste modo e por isso, devemos ter todos esta consciência da realidade.
Basta! Temos de nos comportar como adultos e não bebés que nada sabem fazer (na verdade muitos até sabem). Num último apelo: Parem com as ilusões!
FONTE: http://www.publico.pt/
Parece que agora, os telegramas do Wikileaks vieram contar algo que os portugueses já conheciam há muito tempo. Para além do facto de ser a opinião do E.U.A. (que por sinal são um dos países mas poderosos do mundo), isto serve para mostrar que este tema dos submarinos e de todas as outras "vergonhas" e fetiches dos que há muito governam o nosso "pequeno" país, são reprovados por muitos estados democratas e não só, queremos viver com luxúria e ostentação quando para aqui se deslocam pessoas de alto gabarito, para mostrar que podemos e no resto do ano andamos a pagar todas as dívidas que contrairmos para poder tornar este pequeno sonho verdade.
É com grande certeza que devemos reprovar todas estas compras, até me fazem lembrar uma reportagem sobre o Michael Jackson, em que ele chegava a uma loja e comprava tudo do que mais gostava naquela loja, sem fazer contas aos gastos, o que é uma tremenda falta de respeito pelas famílias que vivem sempre sobresaltadas para poder pagar as contas e ter uma boa vida e por aquelas que até mesmo com rendimento, passam fome. Lembro que a conta dele no final ultrapassava o milhão de euros, em apenas um hora na loja. Depois chegou ao que se viu, cheio de dívidas e com os bens penhorados que depois foram salvos pelas vendas após a sua morte. Este é um exemplo que poderá ser transportado para a realidade. Imaginemos, o Sr. Teixeira dos Santos e o Sr. José Sócrates às compras num supermercado, mas em vez de vender bens acessíveis a todas as carteiras, vendem bens supérfulos. Sócrates enche o carrinho e Teixeira dos Santos passa o cartão de crédito balcão, trazendo a factura (sem olhar para ela, só apenas por um valor global), que apresenta de seguida aos portugueses. Os portugueses, por sua vez, contestam o valor da factura, tal como um cônjuge faz com o outro, mas no fim, o único remédio é pagar a conta, visto que foi passada em nome de todos os portugues (ou seja, Estado Português)
Meus caros, nós somos os país que em tempo de crise, corta nos salários à Função Pública, as que durante os cortes, contratam cadas vez mais pessoas para cargos em instituições públicas, que chegam muitas vezes a auferir mais do que dois ou três salários mínimos por mês. Somos o país que em tempo de crise, decide gastar dinheiro em festas de comemoração de assuntos irrelevantes para a situação actual do país. O país onde se renovam frotas e frotas de veículos de alta cilindrada. Somos o grande exemplo da má gestão dos recursos públicos. A nossa ideia, é vender tudo aos privados (os nossos amigos, que por acaso até nos financia caprichos), para que tudo o que ao longo da história o país foi construindo, mesmo que seja pouco, acabe agora por ser destruído por "meia dúzia de tostões". Somos o país em que toda a gente vive iludida no bom estado da economia. Ou existem cortes a sério ou não, não vale a pena andar aqui a enganar ninguém. Como diz o ditado popular: "Só não vê, quem não quer ver".
Definitivamente estamos numa má sittuação que só estárá resolvida quando todos nós portugueses tivermos a noção de que temos de trabalhar todos unidos em prol do país e não viver às custas de quem trabalha, como na história da cigarra e da formiga. Não podemos esperar que venha aí um salvador, mas sim começar já empenhados a encontrar soluções para melhor resolver a situação que enfrentamos. Não é com o FMI, fundos internacionais a virem sem mais nem menos e com a venda de dívida soberana que vamos lá, pois isto só está a priviligiar os grandes bancos estrangeiros, pois parece que estes dominam as agência de rating, definitivamente, não é com eles que conseguimos, mas sim internamente.
Em suma, a união de todos os cidadãos é importante, sem darmos importância a provocações estrangeiras, mas sim olhando internamente para os gastos despropositados que temos vindo a fazer e encontrar a melhor solução para a nossa realidade, que é o mais importante. Parar com a dependência de quem tem e não quer um trabalho que é oferecido, pois esses são os que querem viver como antigamente viviamos, no tempo em que ainda entravam valores sem contrapartida (barras de ouro). Necessitamos urgentemente de parar de viver deste modo e por isso, devemos ter todos esta consciência da realidade.
Basta! Temos de nos comportar como adultos e não bebés que nada sabem fazer (na verdade muitos até sabem). Num último apelo: Parem com as ilusões!

