
Corte nos salários da função pública gera poupança máxima de 800 milhões - Economia - PUBLICO.PT
Mais um corte nos salários da função pública, mais 800 milhões de euros encaixados na conta do Estado, mais verbas para "tapar" algum do buraco no défice que nós temos.
Será que isto basta? Não!
Vejamos, cortámos uma parte do salário a quem aufere grandes rendimentos, mas só isto não chega! Tal como Passos Coelho referiu, necessitamos é de rever é para onde é que é encaminhado o Oraçamento de Estado, pois o salário apresentado é um valor, mas os "tachitos" que eles arranjam são outros. Senão prestarmos atenção a tudo isto não vamos longe com o PEC.
Ele sozinho não resolve os problemas todos do nosso país e "noutro qualquer"!
Mais um corte nos salários da função pública, mais 800 milhões de euros encaixados na conta do Estado, mais verbas para "tapar" algum do buraco no défice que nós temos.
Será que isto basta? Não!
Vejamos, cortámos uma parte do salário a quem aufere grandes rendimentos, mas só isto não chega! Tal como Passos Coelho referiu, necessitamos é de rever é para onde é que é encaminhado o Oraçamento de Estado, pois o salário apresentado é um valor, mas os "tachitos" que eles arranjam são outros. Senão prestarmos atenção a tudo isto não vamos longe com o PEC.
Ele sozinho não resolve os problemas todos do nosso país e "noutro qualquer"!
Além dos cortes nestes salários e rever estes extras que recebem, deve-se também tentar ao máximo injectar confiança nos mercados e principalmente à PME's, pois estas poderão ter um grande papel na criação de emprego e na maior produtividade, mas sempre com olhos postos na nossa autosubsistência e na exportação, só assim conseguiremos algo! A criação de uma agência de rating, também seria algo para por em prática, pois assim não haveria tantos interesses especulativos, por detrás detrás dos ataques que o nosso país tem sofrido.
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